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terça-feira, 27 de junho de 2017

ANA oferece R$ 3,5 milhões para projetos de conservação de água e solo

Até 1º de setembro, os interessados poderão enviar suas propostas


Produtores podem receber por preservar a água e o solo no campo

Está aberta a Seleção de Propostas de Projetos no Âmbito do Programa Produtor de Água, que receberão apoio financeiro da Agência Nacional de Águas (ANA) para realizarem trabalhos que estimulem ações de conservação de água e solo no campo através do pagamento por serviços ambientais (PSA) prestados por produtores rurais. Até 1º de setembro, os interessados poderão enviar suas propostas por meio do Portal de Convênios SICONV (www.convenios.gov.br/siconv). Podem participar órgãos e entidades da administração direta e indireta municipal, estadual e distrital, além de consórcios públicos de todo o País.

Para todas as propostas selecionadas a ANA fará repasses de aproximadamente R$ 3,5 milhões, sendo que há um limite de R$ 1 milhão por projeto. Estes recursos poderão ser utilizados em ações de adequação de estradas rurais, terraceamento agrícola, cercamento de remanescentes florestais e de áreas em processo de regeneração, plantio de mudas de espécies nativas de cada região, construção de barraginhas (para captação e infiltração de água da chuva e para retenção de sedimentos), saneamento rural (com instalação de fossas sépticas ou estruturas similares) e outras ações que possibilitem a melhoria da qualidade e o aumento da oferta de água que sejam consideradas adequadas pela comissão avaliadora da Agência.

Os trabalhos selecionados receberão os recursos por meio de contratos de repasse para execução dos projetos selecionados em até três anos a partir da assinatura dos contratos. Os trabalhos qualificados que não forem contratados num primeiro momento ficarão num cadastro reserva com três anos de validade e poderão ser contratados desde que haja disponibilidade orçamentária. As instituições que tiverem suas propostas selecionadas também deverão apresentar contrapartidas financeiras conforme o edital do Chamamento Público nº 01/2017.

A análise das propostas será realizada por uma equipe técnica da ANA, que pontuará cada trabalho segundo o edital. Serão avaliados os seguintes aspectos de cada proposta: a qualificação técnica e operacional do conjunto de instituições envolvidas, os aspectos gerais da proposta e o estágio de implementação do pagamento por serviços ambientais em cada região candidata a receber os recursos. Após as análises da Agência, o resultado final será divulgado no site da ANA (www.ana.gov.br) até 22 de setembro às 18h.

Mais informações podem ser solicitadas pelo e-mail produtordeaguaedital2017@ana.gov.br ou pelos telefones (61) 2109-5609, 5262, 5356 e 5296.

Programa Produtor de Água

O Programa Produtor de Água foi lançado pela ANA em 2001 e tem foco no estímulo à política de pagamento por serviços ambientais voltada à proteção hídrica no Brasil. A iniciativa estimula práticas conservacionistas em propriedades rurais de forma a melhorar a qualidade da água e aumentar sua vazão, revitalizando as bacias hidrográficas. O Produtor de Água consiste em remunerar o produtor rural com valores proporcionais aos serviços ambientais prestados, que beneficiam a sociedade que vive numa determinada bacia hidrográfica, além de oferecer assistência técnica para a recuperação ambiental da propriedade.

A iniciativa apoia projetos que busquem reduzir a erosão e o assoreamento de mananciais no meio rural em parceria com instituições públicas, privadas ou com organizações do terceiro setor. No total, 38 projetos do Produtor de Água estão vigentes pelo País, como o de Extrema (MG) e do Pipiripau (DF). Saiba mais em www.ana.gov.br/produagua ou assista à animação sobre o Produtor de Água.

Anexos do edital

Por: Raylton Alves - ASCOM/ANA
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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Cooperativa de Santana do Mundaú é beneficiada com edital

Projeto tem o objetivo de gerar crescimento socioeconômico nas regiões de menor desenvolvimento


A Cooperativa dos Produtores de Laranja Lima do Vale do Mundaú (Cooplal) foi uma das 15 associações do estado contempladas pelo projeto de um edital para produtores de baixa renda. Para cada projeto gratificado, foi dada uma quantia de até R$ 300 mil para investimentos.


O projeto teve como proposta melhorar as condições de produção da laranja lima na região do Vale do Mundaú, visando o aumento da produtividade e da qualidade das frutas, tudo de maneira sustentável e sem agressão ao meio ambiente.

Além de melhorar a produção, os investimentos servirão para otimizar a comercialização, pois o montante também será empregado em equipamentos para acondicionamento adequado e transporte das frutas, contribuindo para a chegada a novos mercados.

O processo teve início em 2010, quando o edital foi aprovado, mas somente este ano o dinheiro foi liberado. Com ajuda do projetista Sérgio Godoy, a cooperativa conseguiu a compra de alguns equipamentos necessários para o crescimento da cooperativa, como um caminhão, adquirido no fim de julho, e um baú refrigerado, adquirido em agosto.

Cristina Loureiro, analista da Unidade de Atendimento Coletivo Agronegócios do Sebrae Alagoas, afirma que a instituição apoiou os cooperados desde o começo. “Vários cursos de preparação e negociação foram feitos, assim como rodadas de negócios, abertura de novos mercados e até missões técnicas para que eles pudessem conhecer outras realidades e melhorarem seus negócios”, explica.

A cooperativa, que existe desde 2002, conta com 52 associados que ganham a vida com a produção de laranjas.

Sobre o edital

O governo, juntamente com o Fundo Social do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), disponibilizou R$5 milhões em recursos não reembolsáveis para aplicação em diferentes projetos por meio de um edital, que buscou propiciar a interiorização do desenvolvimento do estado em grupos de baixa renda.

O edital surgiu em 2008 no Ceará, a partir de uma seleção das propostas, e vem proporcionando a melhoria e o crescimento econômico das cooperativas e associações em vários locais. O grande benefício é o desenvolvimento socioeconômico que é gerado para uma faixa do setor produtivo onde ainda existe deficiência do crédito tradicional, o que acaba ampliando a produtividade dos Arranjos Produtivos Locais.

Por: Sebrae / AL
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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Maior parte da produção de laranja lima de Santana do Mundaú pode se perder

Confira a reportagem da TV Pajuçara!


Veja também: 
Agricultores estão aprendendo a identificar e a combater os fungos

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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Produtores discutem comercialização em Santana do Mundaú

O prefeito do município falou do interesse da Prefeitura em incluir a laranja lima nas compras para a merenda escolar da cidade.

Seagri sinalizou a possibilidade da implantação do PAA e articulação para compra do produto pela rede varejista

Os produtores de laranja lima de Santana do Mundaú reuniram-se nesta terça-feira (23) com representantes dos poderes públicos municipal e estadual para discutir estratégias de comercialização da produção. Eles destacaram que encontram problemas não para produzir, mas para transportar e comercializar o produto, que é perecível e, por isso, não pode ficar estocado.

Segundo os produtores, como agora é o período de safra, o preço está muito baixo e, às vezes, não compensa realizar a venda para o atravessador. De acordo com o agricultor Cícero Simplício da Silva, o atravessador paga entre R$ 15,00 e R$ 20,00 pelo milheiro da laranja (mil unidades). O custo da mão-de-obra para colher mil unidades é de R$ 10,00.

Por esse motivo, segundo o produtor, cerca de 100 mil laranjas da propriedade dele ainda estão nos pés e serão colhidas em regime de parceria. “Uma pessoa vai colher e vender, e depois me paga uma parte”, contou Cícero Simplício da Silva. Outro problema apontado pelos agricultores são as estradas vicinais que, por conta do período de chuvas, dificultam a passagem de veículos.

No encontro desta terça-feira – organizado pela Associação Comunitária Vale do Brejo Grande, pela Gerência Regional da Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri) e pela prefeitura municipal – ficou encaminhado que será definida uma estratégia para implantação do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) Compra Direta Local com Doação Simultânea em Santana do Mundaú.

“Temos a disposição para implantar o PAA aqui no município e esse programa pode adquirir praticamente tudo o que o agricultor conseguir produzir, não só a laranja lima. Sabemos que Santana do Mundaú se destaca também em outros produtos, como a banana, a melancia, o inhame e a batata e tudo isso pode ser comprado pelo PAA para doação a famílias atendidas por entidades assistenciais”, destacou a superintendente de Fortalecimento da Agricultura Familiar da Seagri, Inês Pacheco.

Ela explicou ainda o funcionamento do PAA, coordenado pela Seagri, e disse que cada produtor pode vender ao programa até R$ 4,5 mil por ano. “Com esse programa, ficam no município tanto o dinheiro, que vai diretamente para o agricultor, quanto os alimentos”, completou Inês Pacheco.

Outro canal de comercialização para a laranja lima e os produtos da região indicado pela superintendente da Seagri foi a venda para a rede varejista. “Os supermercados já estão fazendo a compra da farinha de mandioca da região Agreste. Isso ocorreu após um pedido da presidenta Dilma Roussef e uma articulação feita por Governo do Estado, Sebrae, APL e outras entidades. Achamos que o mesmo pode acontecer com a laranja lima”, ressaltou ela.

O prefeito de Santana do Mundaú, Marcelo Souza, falou do interesse da Prefeitura Municipal em incluir a laranja lima nas compras para a merenda escolar da cidade, por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Ainda durante o encontro, o presidente da Associação Comunitária Vale do Brejo Grande, José Maria Vital Leite, destacou que a entidade reúne 255 produtores, já possui a Declaração de Aptidão ao Pronaf jurídica – documento emitido pela Seagri que permite a participação da associação em programas públicos de comercialização – e que os associados precisam de um caminhão para o transporte e uma máquina para o beneficiamento da laranja lima.

Também acompanharam o encontro o gerente regional da Seagri, Lenival Viana, técnicos extensionistas, vereadores do município e cerca de 50 agricultores.

Por: Agência Alagoas Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Suco de laranja lima será produzido em Santana do Mundaú

Produto será comercializado como polpa em saquinhos de 150ml e é pioneiro no País
Presidente da Cooplal mostra como será vendido os sucos congelados


A partir de setembro, um produto pioneiro e genuinamente alagoano estará sendo produzido e comercializado no Estado de Alagoas: o suco congelado da laranja lima. A ideia é do presidente da Cooperativa dos Produtores de Laranja Lima de Santana do Mundaú (Cooplal), Antonio Carlos Souza, fundador da entidade.
Desde 2009, a Cooplal faz parte do Programa de Arranjos Produtivos Locais (APL) da Laranja do Vale do Mundaú, coordenado pela Secretaria do Planejamento e Desenvolvimento (Seplande), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio aos Pequenos e Médios Empresários (Sebrae). Em sua nova sede, as instalações para a fábrica já estão prontas.
Como informa Antonio Carlos, o investimento feito pela Cooperativa dos Produtores de Laranja Lima de Santana do Mundaú para aquisição de novos equipamentos para a fábrica foi de R$ 37 mil reais. “Fizemos adaptação na sede para instalação dos equipamentos e nossa expectativa é de na segunda quinzena de agosto as máquinas já tenham chegada em Alagoas”.
A fábrica de suco congelado de laranja lima vai dispor de uma máquina extratora, uma dosadora, uma seladora, além de freezer, uma máquina de beneficiamento de laranja e tanque de lavagem.
Como explica o presidente da Cooplal, Antonio Carlos, a fábrica terá capacidade para processamento de 200 litros de sucos por hora, e que será possível fazer o enchimento dos saquinhos de 150 ml em larga escala de produção.
Antonio Carlos afirma ainda que os primeiros testes com o suco congelado foram feitos em 1996. Já em 2005, quando da sua visita à cidade de Cruz das Almas, patrocinada pelo governo de Alagoas por intermédio da Secretaria de Agricultgura (Seagri), para conhecer o escritório da Embrapa, uma empresa europeia queria comercializar 30 toneladas de suco para agregar valor.
“O produto foi enviado, mas após a fabricação os técnicos não aprovaram a qualidade. Então iniciei em casa novos testes, e desta vez adicionando limão para melhorar a acidez do suco”, recorda Antonio Carlos. Ele explica ainda que além da mistura com limão, o suco foi conservado em baixa temperatura.
Desta vez, afirma Antonio, a combinação foi perfeita já que a grande dúvida era a forma de congelamento, porque a laranja lima não possui muita acidez, ou quase nenhuma. “A temperatura baixa e a mistura com o limão fizeram com que a durabilidade da polpa aumentou ainda mais”. Segundo ele, após a fabricação o produto pode ser consumido em até quatro meses, sendo mantido a uma baixa temperatura.
Para a gestora do APL Laranja do Vale do Mundaú Leila Flávia Lima, a fabricação do suco de laranja lima é mais um desafio da Cooplal e será uma atividade promissora tanto para o mercado alagoano, quanto para o mercado brasileiro. “O governo de Alagoas, por meio da Seplande e da Seagri, e o Sebrae estão dando todo suporte e apoio necessário para que a iniciativa alcance o sucesso desejado”, constata Leila.
Além de gerar renda para os associados da Cooplal, com a comercialização do suco congelado de laranja lima, ainda será possível a geração de empregos para a própria comunidade de Santana do Mundaú. Inicialmente, como informa o presidente da Cooperativa Antonio Carlos, a fábrica vai contratar de imediato dez trabalhadores.
Como afirma a gestora do APL Laranja do Vale do Mundaú Leila Flávia, o governo de Alagoas e o Sebrae já estão fazendo gestão junto ao governo federal para que a Cooplal possa conseguir a obtenção do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e o produto também possa ser comercializado em outros estados brasileiros.
Antonio Carlos acredita que a fabricação do suco congelado de laranja lima na cidade de Santana do Mundaú vai contribuir significativamente para diminuir as perdas na produção da laranja na região. “Em cada safra, o prejuízo calculado chega a 30% de toda a produção. Seguramente, a produção do suco congelado vai garantir lucro para todos os produtores”, comemora o presidente da Cooplal.
Enquanto o suco congelado de laranja lima era produzido apenas para degustação durante feiras, exposições e congressos em que a Cooperativa dos Produtores de Laranja Lima de Santana do Mundaú se fazia presente, hoje a realidade é bem diferente: o produto já tem mercado garantido em Alagoas.
Entre os segmentos já com interesse em comercializar o suco congelado (polpa) de laranja lima estão hotéis, pousadas, padarias, lanchonetes e supermercados. 
Por: Agência Alagoas
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terça-feira, 26 de julho de 2011

Produtores de laranja assinam consórcio nesta terça-feira

Na sede da Associação de Desenvolvimento da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Adafes), em Santana do Mundaú, será realizada, nesta terça-feira (26), a formalização do consórcio de produtores de suco de frutas do Estado de Alagoas, promovendo a fusão entre a Cooperativa dos Produtores de Laranja Lima de Santana do Mundaú (Cooplal) e a Associação dos Produtores. 
A união entre as duas organizações vem sendo acompanhado Arranjo Produtivo Local (APL) da Laranja Vale do Mundaú, coordenado pela Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Alagoas (Sebrae/AL). O convênio vai beneficiar cerca de 800 trabalhadores que fazem parte da cadeia produtiva da laranja, contribuindo para o desenvolvimento do setor em Alagoas.
Além dos representantes das associações e da Cooperativa dos Produtores de Laranja Lima de Santana do Mundaú, estarão presentes representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, órgão responsável por aportar os recursos para o convênio.
Segundo a gestora do APL Laranja do Mundaú, Leila Flávia, com a união entre associações e a Cooplal, os produtores passarão a ter mais força para atuar de forma mais organizada.
“Este consórcio traz uma série de benefícios para que a cadeia produtiva seja fortalecida. Atuando de forma mais organizada e com um maior número de produtores, eles contaram com mais mecanismos que possibilitem uma entrada efetiva no mercado e alavanquem a comercialização dos produtos”, explicou a gestora.
Por: Agência Alagoas
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domingo, 24 de julho de 2011

Presidenta Dilma Rousseff chega a Alagoas nesta segunda-feira

A presidenta será recebida pelo governador Teotonio Vilela


A presidenta da República, Dilma Rousseff, faz a primeira visita oficial a Alagoas nesta segunda-feira (25), quando se reúne com os governadores do Nordeste e lança dois programas, o Água para Todos e o de apoio ao agricultor familiar, que faz parte do programa Brasil sem Miséria, e que vai levar a farinha produzida em Alagoas às prateleiras dos supermercados.

A presidenta Dilma será recebida pelo governador Teotonio Vilela Filho no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, às 10h30, de onde seguem para o município de Arapiraca, onde se dará a agenda. Os outros oito governadores do Nordeste confirmaram presença em Alagoas.

O primeiro compromisso da presidenta em Arapiraca será por volta de 12h, no Polo Industrial de Mandioca do Agreste, conhecido como Fecularia, localizado no Sítio Bálsamo, onde será firmado o convênio para comercialização de farinha de mandioca produzida por agricultores familiares para grandes redes de supermercados.

Após a assinatura do convênio, Dilma e Teotonio seguem para a Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) de Arapiraca, onde participam do Encontro dos Governadores do Nordeste, que será encerrado com o lançamento do programa Água para Todos.

“A visita da presidenta Dilma Rousseff ao Estado de Alagoas é de uma importância fundamental e ganha uma maior relevância pela decisão da presidenta de lançar no nosso Estado o principal programa do Governo Federal no combate à miséria no País”, afirma o governador Teotonio Vilela.

Por: Agência Alagoas
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terça-feira, 12 de abril de 2011

Alagoas ganha mais 20 bibliotecas do Programa Arca das Letras

Santana do Mundaú é uma das cidades contempladas
O Ministério do Desenvolvimento Agrário, por meio da Secretaria de Reordenamento Agrário e da Delegacia Federal do MDA em Alagoas, e o Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais e Pescadoras de Alagoas (MMTRP-AL) entregam mais vinte bibliotecas do Programa Arca das Letras para comunidades rurais de 10 municípios de Alagoas.
As atividades começaram nesta terça, 12, com a capacitação de 40 agentes de leitura, moradores das comunidades que ficarão responsáveis pela administração das bibliotecas. Às 17h aconteceu a solenidade de diplomação dos agentes de leitura e de entrega das bibliotecas às comunidades rurais dos municípios de Anadia, Arapiraca, Canapi, Feira Grande, Igreja nova, Limoeiro de Anadia, Maragogi, Mata Grande, Santana do Mundaú e União dos Palmares.

O evento foi realizado na sede do MMTRP-AL, na Rua General Hermes, Bom Parto, Maceió (AL). O Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais e Pescadoras de Alagoas tem parceria com as organizações não-governamentais Rainbow of Hope for Children (Canadá) e ActionAid (Inglaterra).

A organização conseguiu apoio das duas entidades para doação dos móveis-arca para as comunidades que vão receber as bibliotecas. Com a iniciativa o movimento pretende ampliar o Programa Arca das Letras a mais áreas de atuação do MMTRP-AL.
Em 2009, sete comunidades com atuação de grupos de mulheres do movimento receberam as bibliotecas. Em 2010, as bibliotecas foram avaliadas e constatou-se o aumento no número de leitores, a grande frequência de crianças e, também, de leitores adultos e muita procura por literatura infantil, além de melhoria no desempenho escolar dos estudantes. Esses resultados estimularam a busca de parcerias para implantar mais bibliotecas nas áreas do MMTRP-AL.
O Programa Arca da Letras, criado em 2003 pelo MDA, já implantou mais de 8.200 bibliotecas em comunidades de agricultores familiares, indígenas, quilombolas, ribeirinhos e em colonias de pescadores de todos os estados do Brasil.
As bibliotecas disseminam informações úteis para o desenvolvimento comunitário e das atividades produtivas e incentivam a leitura no meio rural. Em Alagoas o programa já implantou 120 bibliotecas em 54 municípios. O trabalho nas bibliotecas é realizado por mais de 240 voluntários que emprestam os livros e cuidam para garantir bons resultados na ampliação do interesse pela leitura junto a mais de 31 mil famílias campesinas.

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quinta-feira, 3 de março de 2011

Agricultores vão receber mudas de árvores frutíferas para regiões atingidas por enchentes

Os agricultores dos municípios atingidos pelas enchentes do ano passado já podem solicitar da Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri) mudas de bananeiras para cultivo em suas propriedades.

Ao todo, 725 mil mudas de citros e de bananeiras serão distribuídas. Nesta primeira etapa da entrega, as entidades representativas dos agricultores familiares e as prefeituras podem solicitar apenas as mudas de bananeiras, de acordo com as normas do Edital 02/2011, que pode ser acessado no portal eletrônico da Seagri, no endereço http://www.agricultura.al.gov.br/.

O prazo para que os agricultores, suas entidades representativas - como associações, federações, cooperativas e sindicatos rurais - e as prefeituras façam a solicitação vai até o dia 15 de março. A proposta deve ser acessada junto com o edital (anexos I e II), impressa, preenchida e entregue na sede da Seagri, em Maceió, ou nas Gerências Regionais da Secretaria nos municípios de Palmeira dos Índios, Porto Calvo e União dos Palmares.

Do total de 725 mil mudas, 300 mil são de bananeiras e, dessas, 125 já estão em Alagoas, passando por um processo de aclimatação em 6 municípios da região da Zona da Mata. “São mudas produzidas em laboratório, de alta qualidade genética, certificadas e que precisam passar por essa aclimatação aqui no Estado antes de serem cultivadas pelos agricultores”, explicou o diretor de Apoio à Produção e à Comercialização da Seagri, Hibernon Cavalcante.

Ele disse também que todas as mudas foram solicitadas pelo governo do Estado, por meio da Seagri, ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), para que possa ser feito o replantio nas propriedades dos agricultores familiares que tiveram perdas (queda de árvores) com as enchentes de 2010 nas regiões do Vale do Mundaú e do Vale do Paraíba.

Os municípios que podem solicitar as mudas são os seguintes: Atalaia, Branquinha, Cajueiro, Campestre, Ibateguara, Jacuípe, Joaquim Gomes, Jundiá, Matriz de Camaragibe, Murici, Paulo Jacinto, Quebrangulo, Rio Largo, Santana do Mundaú, São José da Lage, São Luiz do Quitunde, União dos Palmares e Viçosa.

Ainda segundo o diretor Hibernon Cavalcante, em breve outro edital será lançado pela Seagri abrindo o prazo e contendo as normas para entrega de propostas com solicitação das outras mudas, que incluem laranja lima, limão Taiti, laranja ponkan e sementes de maracujá.

Os agricultores ou entidades que não tiverem acesso à internet ou ao computador podem se dirigir aos escritórios da Seagri e solicitar uma cópia do edital e dos anexos. Outras informações pelos telefones (82) 3315-1391 / 3315-1395, das 8h às 14h.

Por: Sertão 24 Horas
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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Produtores de laranja lima de Santana do Mundaú apresentam avanços

APL faz balanço das ações de 2010 e enfoca temas relacionados ao setor

O Arranjo Produtivo Local (APL) da Laranja Lima no Vale do Mundaú promove nesta terça-feira (30), o segundo encontro anual de produtores. O evento acontece na sede da Cooperativa de Produtores de Laranja Lima de Alagoas, em Santana do Mundaú e tem como objetivo destacar temas relacionados ao setor, além do balanço das atividades do arranjo durante os anos de 2009 e 2010.

Cerca de 100 produtores serão recebidos com um café da manhã, durante o qual a gestora do APL, Leila Flávia do Nascimento, apresenta os avanços das ações do arranjo nos dois últimos anos. O APL Laranja Lima do Vale do Mundaú faz parte do Programa de Arranjos Produtivos Locais (PAPL), coordenado pela Secretaria de Estado do Planejamento e do Orçamento (Seplan) e pelo Sebrae/Alagoas.

Também vão estar presentes, o presidente da Cooperativa de Produtores de Laranja Lima de Alagoas, Antonio Carlos de Souza; o representante dos cooperados no município de Branquinha, Cristiano Teixeira; além do representante da Associação dos Produtores Agroecológicos de Alagoas, Inácio Francino da Silva.

Durante o encontro, os produtores terão a oportunidade de ofertar produtos que têm como matéria-prima a laranja, como bolos, sorvetes, geleias e doces cristalizados. “A meta é promover o arranjo, fazendo com que os produtores informem as novidades sobre a cultura e mostrem que a laranja pode ser processada e passe a ser ofertada com valor agregado”, disse a gestora do APL, Leila Flávia.

Além disso, os produtores também vão poder tirar dúvidas e receber orientações dos parceiros do PAPL, que vão estar com estandes montados no local do encontro. “Vamos contar com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri), Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Banco do Brasil (BB), Associação dos Supermercados de Alagoas (ASA), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Cooperativa Agroindustrial (Coagro), Instituto de Desenvolvimento Rural e Abastecimento (Ideral) e Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal)”, afirma o coordenador do PAPL, Mário Alberto Paiva. 

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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Sistema CNA e Monsanto doam 60 mil litros de leite a desabrigados em Alagoas

Santana do Mundaú será um dos municípios a ser beneficiado

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Alagoas (Faeal), Álvaro Almeida, e a superintendente de Agricultura Familiar da Secretaria Estadual de Agricultura e Desenvolvimento Agrário (Seagri), Inês Pacheco, definiram, em reunião realizada esta semana, critérios para a distribuição de 60 mil litros de leite UHT (longa vida) doados às vítimas da enxurrada que atingiu 19 cidades de Alagoas em junho deste ano.

Atendendo recomendações da Defesa Civil Estadual e da Secretaria Estadual de Ação Social, a Faeal, que articulou a doação do leite junto à presidente da CNA, Kátia Abreu, e a Monsanto, decidiu priorizar as oito cidades alagoanas mais afetadas pela enchente e que têm, até hoje, famílias de desabrigados morando em barracas ou prédios públicos. Mais de 2,2 mil famílias serão beneficias e vão receber um litro de leite por dia durante um mês.

“Nosso objetivo é ajudar, com os recursos do produtor rural, as famílias alagoanas que ainda hoje, passados mais de cinco meses da tragédia, enfrentam dificuldades. Toda a distribuição será feita com o máximo de transparência, seguindo o critério da proporcionalidade. As cidades que têm mais desabrigados, receberão mais leite”, enfatiza Álvaro Almeida.

A superintendente de Agricultura Familiar, Inês Pacheco, explica que os donativos serão transferidos para as coordenações municipais de assistência aos desabrigados. “Faremos um termo de doação junto à Defesa Civil Estadual e aos municípios beneficiados”, reforça.

A distribuição será oficializada em ato a ser realizado no próximo dia 30 de novembro, às 15h (horário local), na sede da Indústria de Laticínios Palmeira dos Índios S/A, onde foi feita a aquisição do leite, no município de Palmeira dos Índios, AL. Participam do evento, além de representantes da Faeal, Seagri e Defesa Civil Estadual, os gestores dos municípios alagoas beneficiados com a doação: Quebrangulo, Branquinha, São José da Laje, União dos Palmares, São José da Tapera, Santana do Mundaú, Murici e Rio Largo.

Distribuição - No total, 2.288 famílias de oito cidades receberão 60 mil litros de leite, se beneficiando durante o mês de dezembro. Após a reunião, Álvaro Almeida e Inês Pacheco divulgaram a lista de cidades, o número de famílias beneficiadas e a quantidade de leite destinada a cada município.

Fonte: Milknet
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sábado, 13 de novembro de 2010

31 municípios vão receber retroescadeiras e motoniveladoras em AL

O Ministério do Desenvolvimento Agrário divulgou a lista de municípios que receberão retroescadeiras e motoniveladoras através do PAC 2. Em Alagoas são 31 municípios.

Atualmente, o MDA está encaminhando o processo licitatório para a aquisição das máquinas que serão doadas às prefeituras selecionadas. Esta etapa deve ser concluída até o final deste ano e a entrega efetiva dos equipamentos está prevista para até o final do primeiro semestre de 2011.

Para a prefeitura acompanhar o andamento (histórico) de sua proposta, deve acessar o link PAC e em seguida Acompanhamento da Carta-Consulta no site www.mda.gov.br.

Veja os municípios alagoanos que foram selecionados:

Água Branca
Belo Monte
Cacimbinhas
Campo Grande
Coité do Nóia
Craibas
Feira Grande
Girau do Ponciano
Inhapi
Junqueiro
Lagoa da Canoa
Limoeiro de Anadia
Major Isidoro
Maragogi
Mata Grande
Monteiropolis
Olho D`Água Grande
Olivença
Ouro Branco
Pão de Açúcar
Pariconha
Poço das Trincheiras
Porto Calvo
Santana do Ipanema
Santana do Mundaú
São José da Laje
São Luis do Quitunde
São Sebastião
Senador Rui Palmeira
Taquarana
Traipu

Por: AMA
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Produtores do APL da Laranja Lima finalizam curso de desidratação de frutas

Capacitação irá permitir melhor conservação do produto e redução de custos

Frutas desidratadas têm mercado garantido
O curso de desidratação de frutas, focado no Arranjo Produtivo Local Laranja Lima no Vale do Mundaú, encerrou suas atividades quinta-feira (11), em Santana do Mundaú.

Os produtores participantes foram beneficiados com a capacitação, que vai permitir a redução de custos com embalagem e transporte, além de garantir a conservação adequada da fruta. O APL faz parte do Programa de Arranjos Produtivos Locais (PAPL), coordenado pela Secretaria de Estado do Planejamento e do Orçamento (Seplan) e pelo Sebrae/Alagoas.

A capacitação foi ministrada pelo empresário Leonardo Chiappetta, dono de uma loja no Mercado Público de São Paulo, a Empório Chiappetta. Durante o curso, foram apresentadas todas as etapas do processo de desidratação, como legislação, manipulação, limpeza, higiene da fabricação e o mercado de desidratados.

A desidratação é uma das maneiras mais eficazes para conservar frutas. O processo consiste na remoção de água através do aumento da temperatura do produto e, consequentemente, da evaporação da água contida no fruto. Enquanto isso, o equipamento desidratador remove a umidade evaporada.

O principal benefício dessa técnica é a conservação das características naturais dos produtos, assim como o impedimento da proliferação de microoganismos responsáveis pela deterioração da fruta fresca por conta da redução da umidade.

“A fruta desidratada é uma ótima fonte de vitaminas e minerais. Além disso, a desidratação permite a redução de custos com embalagem, transporte e armazenamento”, destaca a gestora do APL, Leila Flávia.

O curso foi destinado aos produtores ligados à Cooperativa de Produtores de Laranja Lima (Cooplal) e à Associação dos Produtores Agroecológicos (Ecoduvale). 

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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Governo investe na produção de laranja na Zona da Mata

Após os prejuízos decorrentes das enchentes, APL qualifica colheita para ampliar comercialização do produto

Quatro meses após as enchentes que afetaram a produção de laranja lima no Vale do Mundaú, na região da Zona da Mata, o governo de Alagoas investe no Arranjo Produtivo Local (APL) da Laranja para alavancar a comercialização do produto.

Ações como capacitações, investimentos em tecnologia, produção integrada, missões técnicas e eventos relacionados ao cultivo da fruta impulsionam a recuperação dos prejuízos sofridos pela economia local.

O APL Laranja no Vale do Mundaú abrange cinco municípios: Ibateguara, Branquinha, São José da Laje, Santana do Mundaú e União dos Palmares. Os três últimos foram os que mais sofreram os estragos das enchentes, sendo que Santana do Mundaú detém 90% da produção de laranja lima. O arranjo conta com 2.500 produtores familiares que se organizam em associações, além da Cooperativa dos Produtores de Laranja Lima (Cooplal).

As ações do APL integram o Programa de Arranjos Produtivos Locais (PAPL), coordenado pela Seplan e pelo Sebrae/AL. Até agora, foram realizadas cerca de 60 capacitações desde o ano passado.

Com a parceria entre o Arranjo e a Organização das Cooperativas Brasileiras, (OCB) através do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), serão investidos R$ 20 mil em capacitações para o acompanhamento da Cooplal, sendo R$ 15 mil destinados ao monitoramento da cooperativa e R$ 5 mil para a promoção social dos cooperados.

Além das capacitações, outros investimentos foram feitos para alavancar a economia local na região. A aquisição de um caminhão pela Cooplal para facilitar o transporte e a distribuição de laranjas, avaliado em R$ 109 mil, favoreceu a diminuição dos gastos com o carregamento do produto.

Também houve a aquisição, por parte da cooperativa, de uma máquina beneficiadora de laranja, no valor de R$ 31 mil, comprada por meio de empréstimo da Agência de Fomento de Alagoas (Afal). A packing house, lugar onde a máquina limpa, encera e embala as frutas, foi instalada na sede da Ceasa, em Maceió.

O APL tem atuado no intuito de promover a produção integrada da laranja. Pesquisadores da Embrapa de Cruz das Almas, na Bahia, visitam periodicamente as propriedades rurais, a fim de verificar se as normas apropriadas de cultivo estão sendo cumpridas para a Implantação da Produção Integrada de Laranja Lima do Vale do Mundaú (PILL).

Devido às capacitações e investimentos em tecnologia na produção, a comercialização da laranja lima ampliou seus mercados. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), através do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do governo federal, beneficiou 12 projetos com a compra do produto no valor de R$1.586.630,48. Foram 363 produtores e 206.429 pessoas carentes beneficiadas neste ano.

Recentemente, produtores de laranja lima de Santana do Mundaú comercializaram 45 toneladas do produto para a empresa Citrícola Dragone Ltda, de São Paulo. O quilo da laranja foi vendido a R$ 0,40, totalizando R$ 18 mil para os produtores do APL. A negociação abriu espaço para a discussão sobre a ampliação do mercado e a necessidade de qualificação na colheita da laranja.

Também foram negociadas dez toneladas de laranja lima para o supermercado Bompreço de Recife e uma tonelada para a filial de Maceió. O produto é classificado no galpão da Ceasa, onde a Cooplal vende semanalmente 20 toneladas por R$ 7 mil.

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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Produtores de Santana do Mundaú aprendem a desidratar frutas

As frutas desidratadas têm um alto valor no mercado, chegando a custar 10 vezes mais do que o valor da fruta in natura

Nos dias atuais a praticidade e a boa alimentação devem andar juntas. A fruta desidratada é uma boa saída para aqueles que buscam uma alimentação mais saudável e não tem tempo a perder. Além de ser fácil de carregar e consumir, a fruta desidratada é uma ótima fonte de vitamina e de minerais. 
 
Na quarta (10) e na quinta-feira (11), o empresário Leonardo Ciappetta, estará em Alagoas, para capacitar 20 produtoras de Laranja da Associação dos Produtores Agroecologicos do Vale do Mundaú (Ecoduvale) e da Cooperativa dos Produtores de Laranja Lima de Santana do Mundaú (Cooplal), na produção de frutas desidratadas.

Com o curso, os produtores terão a oportunidade de agregar valor aos produtos e ter mais acesso ao mercado. Um quilo da laranja in natura, por exemplo, custa cerca de R$ 2; já na comercialização da fruta desidratada, este valor pode ser 10 vezes maior, chegando até R$ 20 o quilo.

“O maior objetivo é inserir esses produtores em um mercado que está em expansão. Hoje em dia as pessoas se preocupam muito com a sua alimentação e trocam muitos produtos por frutas. Por isso, é importante aliar a qualidade de uma fruta à praticidade de ter essa fruta desidratada, fácil de carregar e de consumir em qualquer lugar”, diz a gerente da Carteira de Agronegócios do Sebrae Alagoas, Fátima Santos.

Segundo o empresário Leonardo Ciappetta, durante o curso os produtores irão conhecer qual o mercado disponível para essa produção, quais as frutas que podem ser desidratadas e como realizar o processo de desidratação. “Abacaxi, banana, laranja, manga, morango, maçã e verduras como cebola, cenoura, salsinha, cebolinha, tomate para conserva e outros produtos podem ser desidratados sem perder seu teor nutricional. É sem dúvida a possibilidade de comercializar produtos de forma diferenciada”, disse Ciappetta.

No processo de desidratação, retira-se a água por meio de calor produzido artificialmente. As condições de temperatura, corrente de ar e umidade são acompanhadas com rigor para melhor qualidade do produto final.

“Sem dúvida agrega muito valor a fruta e o mercado está em expansão, por isso iremos capacitar esses produtores para que eles possam ingressar nesse mercado, oferecendo um produto de qualidade e diferenciado”, disse ela.

O curso será realizado na sede da Cooplal, a partir das 8h, em Santana do Mundaú.

Serviço:
Sebrae em Alagoas – (82) 4009-1644
Central de Relacionamento Sebrae – 0800 570 0800

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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Produtores de Santana do Mundaú vendem 45 toneladas de laranja para São Paulo

Operação abre novos horizontes de mercado para APL da Laranja Lima, com capacitação dos citricultores pelo Sebrae

Venda de laranja lima à empresa paulista gerou R$18 mil para os produtores
 
Produtores de laranja lima de Santana do Mundaú comemoram a comercialização de 45 toneladas da fruta para a empresa Citrícola Dragone Ltda, de São Paulo. Um produtor de Limeira (SP), ao procurar na internet produtores de laranja pelo Nordeste, encontrou no município a laranja de qualidade que ele precisava comprar para atender à demanda do mercado local.

De acordo com Renato Tedesco, engenheiro agrônomo e consultor de vendas da Citrícola Dragone, após a pesquisa, o passo seguinte foi ir até Santana do Mundaú para conhecer o produto e então realizar a compra. Durante a visita ao município, Renato encontrou o que estava procurando – um produto de qualidade, com sabor diferenciado e preço justo.

“Como em São Paulo esse período é de final de safra, nós temos que procurar o produto em outros estados. Foi em Santana do Mundaú, que encontramos a alternativa para o nosso problema, um produto de qualidade com preço justo”, disse ele. O quilograma do produto foi comercializado a R$0,40, o que gerou uma renda de R$ 18 mil para os produtores.

Segundo o presidente da Cooperativa de Produtores de Laranja Lima de Santana do Mundaú (Cooplal), Antonio Carlos de Souza, a venda foi mais uma oportunidade para que os produtores tivessem uma nova visão de mercado e reconhecessem a necessidade de aprender a conquistar espaço no mercado competitivo atual.

“Esta operação abriu os nossos olhos para a necessidade de nos capacitarmos para acompanhar as exigências que são feitas dentro e fora do Estado. Para levar a produção até São Paulo, por exemplo, temos que investir também em equipamentos de refrigeração para garantir que o produto chegue com a mesma qualidade no destino”, disse ele.

De acordo com a gestora do Arranjo Produtivo Local Laranja Lima, Leila Lima, os produtores de Santana do Mundaú irão agora investir na qualificação para a colheita da laranja, a fim de atender a todas as exigências do mercado paulista. “Nós fizemos uma oficina pós-colheita para que eles aprendam a não machucar a laranja na hora de retirá-la do pé, ensacá-la e carregar para os caminhões sem danos para o produto. Além disso, mostramos que detalhes, como o cuidado de não deixar a produção exposta ao sol, fazem diferença na qualidade da laranja”, disse a gestora.

Ainda segundo a gestora, estas capacitações irão continuar até que os produtores estejam totalmente preparados para atingir a excelência da laranja lima e, assim, conseguir mais visibilidade no mercado nacional. Ela conta que a comercialização contribuiu também para que os produtores da região, que foram prejudicados com a enchente que atingiu 19 municípios alagoanos, em junho deste ano, possam começar a se reerguer.

“Essa comercialização foi um estímulo para esses produtores que ainda estão sofrendo por conta da inundação que atingiu vários municípios, inclusive Santana do Mundaú. Além disso, dará visibilidade para que outros compradores encontrem aqui a produção de que necessitam”, disse a gerente da Carteira de Agronegócios do Sebrae em Alagoas, Fátima Santos.
 
Por: SEBRAE
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terça-feira, 5 de outubro de 2010

II Oficina de Aproveitamento Integral da Laranja em Santana do Mundaú

Moradores de Santana do Mundaú aprendem técnicas para aproveitar a fruta e transformar o que iria para o lixo em derivados saborosos.
Reaproveitar a laranja em sua totalidade. Esse é o foco da II Oficina de Aproveitamento Integral da Laranja, que será realizada no município de Santana do Mundaú, na próxima quinta-feira (7). O objetivo do encontro é orientar aos familiares dos produtores integrantes do Arranjo Produtivo Local Laranja Lima, técnicas e benefícios da utilização da fruta, a fim de agregar valor ao alimento e oferecer ao mercado uma linha de produtos derivados da laranja.

“A idéia de orientar e capacitar os familiares desses produtores é expandir esses conhecimentos para que eles, no futuro, possam criar uma cooperativa a fim de fortalecer a comercialização dos derivados da laranja”, explicou a analista da Carteira de Agronegócios do Sebrae/AL, Camila Nascimento. 
Santana do Mundaú é conhecida como a Terra da Laranja


As técnicas de reaproveitamento vão desde o uso do suco para a fabricação de polpas e bolos até a extração da pectina – substância retirada da parte branca da fruta - para a confecção de geléias, doces etc. Além de oferecer um produto saudável e saboroso aos seus clientes, os produtores ganham com o aproveitamento integral da laranja, porque evita desperdícios e gera novas possibilidades de negócio.

O evento é fruto da parceria entre a Associação Ecoduvale e o Sebrae Alagoas. Durante a capacitação serão utilizadas técnicas e realizados exercícios práticos para que o aprendizado seja dinâmico e completo.

“Adquirimos uma máquina de descascar a fruta, para fazer o corte correto da casca na confecção do doce cristalizado. Além disso, adequamos todos os equipamentos para oferecer um curso 100% prático”, frisou Leila Lima, gestora do APL.

A II Oficina de Aproveitamento Integral da Laranja será realizada na sede da Cooperativa de Produtores de Laranja de Alagoas (Cooplal), das 9h às 15h. Mais informações pelo 4009-1739. 


BENEFÍCIOS

Incluir a laranja e seus derivados no cardápio pode ser uma pedida saborosa e nutritiva. No inverno, a fruta é um bom escudo no combate de gripes e resfriados; enquanto no verão é um forte aliado na manutenção ou redução do peso, já que a fruta tem valor calórico muito baixo: aproximadamente 50 calorias, por unidade.

A laranja é uma excelente fonte de vitamina C. Cem gramas da fruta fornecem, em média, 60 mg da vitamina, dose diária recomendada pelos médicos.

E seus benefícios não param por aí. Rica em minerais, a fruta age eficazmente nas defesas do organismo, enquanto o betacaroteno – substância que dá a cor alaranjada – aumenta os níveis de proteção antioxidante. Além disso, o consumo da laranja ajuda no processo de digestão, já que a fruta é rica em fibras solúveis. 

Por SEBRAE
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