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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Santana do Mundaú recebe sinal de TV

O município recebe o sinal da TV Gazeta de Alagoas e TV Novo Tempo 
Departamento Técnico da TV Gazeta instalaram os equipamentos de transmissão

Na manhã desta quinta-feira (28/04) os técnicos da TV Gazeta de Alagoas estiveram no município de Santana do Mundaú para a instalação dos novos equipamentos que transmite o sinal da TV para a população,  que há meses estava sem  assistir. Esse problema foi mostrado com exclusividade aqui no Mundaú Noticias,  que também acompanhou de perto o trabalho  das novas instalações, desta vez em um  outro local, no Alto do Calvário (Cruzeiro) por determinação da própria emissora.


Nesta sexta-feira (29/04) os técnicos voltaram ao local para a finalização do processo de instalação, que não foi possível se concluir ontem por conta da chuva que dificultou a localização do satélite.
TV Novo Tempo também volta ao ar

Os cristãos da Igreja Adventista do 7º dia do município lutaram pela volta da Tv Novo Tempo, que há dias já está no ar. A transmissão para Santana do Mundaú foi interrompida também pelo motivo do roubo dos equipamentos.

Os moradores de Santana do Mundaú poderão assistir a partir de hoje, a programação televisiva da Tv Gazeta de Alagoas, afiliada à Rede Globo, pelo canal 13 e TV Novo Tempo pelo canal 04 UHF.




Por: Thiago Alvino e Thiago Aquino / Mundaú Notícias Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

segunda-feira, 25 de abril de 2011

CENC cobra contratos de obras nos municípios atingidas pelas enchentes

Deputado cita cobranças que estão sendo feitas em Santana do Mundaú




A Comissão das Enchentes (CENC), da Assembléia Legislativa de Alagoas, formada pelos deputados João Henrique Caldas, Olavo Calheiros, Sérgio Toledo, Joãozinho Pereira e Nelito Gomes de Barros, solicitou da coordenação do Programa de Reconstrução dos municípios atingidos pelas enchentes ocorridas em junho do ano passado toda a documentação referente às obras, como contratos e licitações.

Estamos aguardando que a coordenação do Programa de Reconstrução nos envie essa documentação, para podemos cair em campo novamente para conferirmos como está o andamento das obras, verificando como está na realidade aquilo que consta nos contratos. Também solicitamos o cronograma físico das obras, pois em nossas conversas com os prefeitos da região atingida e tivemos muitas queixas de demora das obras. Muita coisa ainda não havia sido iniciada até pouco tempo. A atividade da comissão é de acompanhar o que está em andamento, cobrando celeridade onde precisa, e dando apoio onde for necessário. A reconstrução dessas cidades é algo que não pode demorar tanto, por isso solicitamos, via ofício, esse cronograma físico das obras, para ver quando a população dessas cidades poderá retornar à sua rotina normal de vida. Esperamos que isso seja o mais breve possível”, afirma o presidente da comissão, o deputado João Henrique Caldas.

Em contato com o Mundaú Notícias o deputado cita as cobranças que estão sendo feitas no município de Santana do Mundaú. Veja:

Da empresa Uchôa Construções: celeridade na obra do Loteamento Jussara, onde serão erguidas 1261 casas. O próprio Construtor nos informou que existem dificuldades tais como a falta de energia, de água e a inclinação do local. Com a chegada do período de chuvas se tornando de difícil acesso.
Do Poder Público: todas nossas medidas tendem à ser hegemônicas, ou seja, pra todos municípios, porém eu me coloquei a disposição de Santana do Mundaú na tentativa de me aproximar da realidade local. Já fiz uma visita, no dia 19 de março, que fui apenas averiguar a situação para exigir da empresa a celeridade da obra
”. 

O parlamentar acrescenta:

“Pela CENC conseguimos fazer com que o DER finalizasse a estrada, em sua re-pavimentação. Também temos pleiteado à Educação, visto que, o município toma um novo perfil geográfico, que haja uma efetiva construção de um Centro de Estudos maximizado de biblioteca, laboratório de informática e tudo mais para economizar o espaço que está sendo construído e a aparelhagem pública.

Também conseguimos afirmar que o loteamento a ser construído reservará um percentual na ordem de 3,5% para residências com acessibilidade, ou seja, para Portadores de Necessidades Especiais e ainda no perfil dos quarteirões residenciais estão reservados espaços para pontos comerciais, assim agraciando os comerciantes e em principio os micro - empresários que perderam seu estabelecimento nas enchentes” conclui.

Por: Thiago Aquino / Mundaú Notícias com algumas informações do O Jornal.
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Censo 2010 vai reduzir repasse a pelo menos oito municípios alagoanos

Santana do Mundaú também está entre os municípios
 
O resultado preliminar do Censo 2010, divulgado nesta quarta-feira, deve causar uma redução significativa nos repasses federais e estaduais a pelo menos oito municípios alagoanos. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), as cidades de Atalaia, Belém, Branquinha, Jaramataia, Mar Vermelho, Pindoba, Piranhas e Santana do Mundaú tiveram uma diferença igual ou superior a 10% entre a estimativa oficial de população e a contagem do Censo.

Os dados do IBGE são os que definem o percentual do repasse dos valores do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e representam parte do cálculo dos repasses estaduais de ICMS e IPVA. Ambos representam mais de 90% da receita dos municípios que apresentaram diferença nos números.

Já na linha inversa, os municípios de Campo Alegre e Poço das Trincheiras apresentaram o maior aumento de população - de 6,7% e 11,4%, respectivamente - em comparação à estimativa oficial.

A lista definitiva com os dados ainda não está fechada e só deve ser encaminhada ao Tribunal de Contas da União (TCU) no próximo dia 27. Até lá, os municípios ainda podem contestar e pedir revisão dos dados, já que nem toda a população foi recenseada.

Atalaia tem a maior diferença
 
O caso mais significativo de diferença foi constatado em Atalaia, onde a estimativa da população (53.023) e a contagem do Censo (43.012) apresentou déficit de 18,8%. Caso se confirme, o município deve perder, quase na mesma proporção, os recursos referentes aos repasses constitucionais.

O coordenador operacional do Censo em Alagoas, Carlos Augusto Menezes, afirmou que o Censo ainda não foi concluída, mas já norteiam o “novo” mapa alagoano. “No Estado já foram recenseados 97,88% da população. Ainda estamos em coleta”, explicou.

Segundo ele, o caso de Atalaia está sendo reavaliado pelo IBGE devido ao tamanho da distorção apresentada entre a estimativa (feita com base em projeções com base no Censo 2000) o resultado do Censo. “Realmente tivemos uma distorção grande. Vamos tentar uma explicação para isso até o dia 27. Em conjunto com a prefeitura, nós estamos tentando entender o que houve, se há alguma área que deixou de ser recenseada. Nós batemos todo o município e desconhecemos qualquer local não atingido”, explicou.

O prefeito de Atalaia, Chico Vigário, afirmou que ficou surpreso com a redução da população e vai tentar encontrar uma explicação para o fato. “Nós estamos avaliando o que podermos fazer, mas, para mim, foi surpresa. Estamos trabalhando para ver o que pode ser feito, pois a olho nu não temos como saber. Mas estamos cientes e vamos saber se houve equívoco, ou vamos nos adaptar à nova situação”, disse.

Queda nas receitas
 
Com a redução no número populacional, os municípios terão de se adaptar com a nova realidade financeira. “Eles terão que refazer o orçamento 2011 com base nessa nova realidade, pois esses municípios dependem exclusivamente de recursos federais e repasses estaduais”, explica o economista Cícero Péricles.

Segundo ele, nenhum dos oito municípios atingidos tem arrecadação própria capaz de minimizar a perda que será causada pela redução dos repasses. “Esses municípios não têm arrecadação própria por três motivos: a pobreza é generalizada, a prefeitura é desaparelhada e a decisão de cobrar imposto é antipática à população para uma cidade pequena e pobre”, afirmou.

Por: Carlos Medeiro
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terça-feira, 19 de outubro de 2010

Serviço Geológico do Brasil libera projeto de reconstrução de Santana do Mundaú

Com autorização, obras de reconstrução da cidade serão iniciadas nos próximos dias, numa área de 100 hectares; 1.260 casas serão construídas

O coordenador do Programa da Reconstrução, Luiz Otavio Gomes, reuniu técnicos envolvidos na reconstrução do município de Santana do Mundaú, nesta segunda-feira (18), para avaliar o projeto arquitetônico final da cidade, que começará a ser executado nos próximos dias. De acordo com o coordenador do Programa, a topografia do município dificultou a execução dos trabalhos.

Luiz Otavio explicou que em um perímetro de três quilômetros, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) não havia encontrado nenhuma área apropriada para a construção da cidade. “Após vários estudos, foi localizada uma área de 100 hectares, que já foi liberada pelo CPRM para a execução do projeto. Agora, sim, poderemos dar celeridade aos trabalhos”, assegurou Luiz Otavio.

O coordenador acrescentou que, em função da situação geográfica do município, a análise demorou 90 dias, enquanto os outros municípios esperaram por, no máximo, 30 dias. “Nós só podíamos executar o projeto com essa autorização”, frisou. “Estou muito feliz por saber que esse problema topográfico foi resolvido. Já temos um cronograma fechado que nos permite dizer: até o próximo dia 15 de novembro começamos a construção das casas e dos prédios públicos. Tudo isso só foi possível porque trabalhamos em união e por causa dela conseguimos resolver os problemas das 19 comunidades afetadas pelas chuvas”, ressaltou Luíz Otávio.

A construção na área de 100 hectares visa atender as necessidades da população da nova cidade de Santana do Mundaú com a construção de 1.260 casas, um Centro Administrativo – onde funcionará a prefeitura, todas as secretarias municipais e a sede do Poder Legislativo. Também serão construídas duas escolas estaduais, sendo uma completa, com 12 salas de aula, biblioteca, auditório e área esportiva e outra escola menor, com seis salas de aula. A população de Santana do Mundaú também vai contar com quatro Unidades Básicas de Saúde.

Durante a reunião, a secretária de Estado Desenvolvimento e da Assistência Social, Solange Jurema, solicitou uma área de 2.250 metros quadrados para a construção do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e o do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). “Nós pedimos para que o Cras e o Creas fossem construídos perto das casas, isso vai facilitar o acesso da população”, observou Solange.

“Temos um prazo de 12 meses para concluir a execução desse projeto, porém, nosso objetivo é reduzir esse tempo como temos feito em outros municípios. Por determinação do governador do Estado, estamos conversando com os empresários responsáveis e pedindo celeridade nesses trabalhos”, afirmou Luiz Otavio.

O coordenador lembrou que no caso de Quebrangulo, houve uma redução no tempo estipulado para a entrega das casas. Segundo ele, serão concluídas 60 unidades até dezembro deste ano e o restante em março de 2011, totalizando 201 casas.

Também participaram da reunião o presidente dos Serviços de Engenharia do Estado de Alagoas (Serveal), Ronaldo Patriota, as arquitetas responsáveis pelo projeto urbano da cidade, Thaísa Barros e Claudia Correia e a superintendente de Política Habitacional da secretaria de Estado da Infraestrutura, Marise Peres, responsável pelos projetos habitacionais dos 19 municípios atingidos.

FONTE: Agência Alagoas

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